Julgando pela capa série: “Sempre Bruxa” da Netflix

Julgando pela capa série: “Sempre Bruxa” da Netflix
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Fugindo das chamas do século 17, a jovem bruxa Carmen viaja séculos no tempo até chegar em 2019!

Para os amantes de séries que abordam o tema de magia, a nova série o colombiana Sempre Bruxa parece agradar, ainda mais quando o passado e o futuro se misturam através de flashbacks viagem no tempo.


Mas será que ela é capaz de cativar o publico já pelo primeiro episódio?

Bom, é para isso que criamos o julgando pela capa. Em que fazemos uma análise dos primeiros episódios das novas séries que estão em alta e também das mais antigas, para que assim você tire suas próprias conclusões se vale a pena ou não investir algumas horinhas ou semanas naquela série que você esteja paquerando.

Brevemente a série conta a história de uma bruxa e escrava do século XVII, que se apaixona por um homem branco e por conta disso terá que viajar para o século XXI e se adaptar a vida moderna e acabar com uma grande ameaça antes de voltar para o seu amado.


A série conta com 10 episódios de 38 minutos cada, o que é perfeita para maratonar e é Voltada para o público Jovem Adulto.

Análise Primeiro Episódio:

No ano de 1664 século 17,em Cartagena conhecemos Carmem Eguiluz que está sendo condenada a fogueira, acusada de cometer bruxaria contra Cristovão, um homem que no decorrer do episódio descobrimos ser seu amado, porém um homem branco e o que parece, é filha de sua Patroa.


Naquele século, isso é inadmissível um homem branco se apaixonar por uma escrava de forma natural e com isso, a própria mãe do rapaz acaba acusando Carmem, para que assim ela seja condenada a fogueira pelo ato.


Contudo com os flashbacks descobrimos que o seu amado, não aceitando que a jovem moça e poderosa bruxa fosse a fogueira, acaba sendo assassinado durante o seu julgamento.


Carmem, sofrendo muito, acaba fazendo um pacto com um bruxo poderoso que conheceu na prisão, para devolver a vida para o seu amado, porém o acordo entre os dois requer que a moça viaje para o século XXI com uma missão muito importante.


Topando a jovem durante o seu julgamento, enquanto as chamas se aproximava de sua pele, faz a passagem para o futuro e ressurge em Cartagena de 2019, moderna,cativante,cheia de vida e liberdade que para uma jovem que sofrera tanto como ela é incrível.
Mas em como toda trama, existem algumas pedras no caminho. Quando chega ao futuro, ela é levada para o hospital por conta de suas queimaduras nos pés, e acaba sendo colocada como uma possível vítima e única testemunha viva de um assassino que está mantando mulheres queimadas em uma espécie de ritual.

(Será ele um dos nossos vilões?)


Tendo sua missão em mente, que é a de entregar uma pedra misteriosa para uma mulher chamada Nanibe, que está no litoral caribenho, a bruxa foge do interrogatório da polícia para tentar cumprir a sua missão, para voltar o mais rápido possível para os braços do seu amor.


Carmem encontra Nanibe que é um professora universitária, já no primeiro episódio o que é ótimo e menos cansativo para aqueles que achavam que esse encontro iria render mais alguns episódios.

Contudo, os policiais também a encontram e assim se encerra o episódio,com a jovem bruxa encurralada entre os corredores da universidade.


O interessante, é que no primeiro episódio a série já consegue passar algumas mensagens importantes da escravidão, racismo e também empoderamento.

Porém alguns erros podem acabar incomodando ou não alguns, como a rápida adaptação da moça ao novo século, e a sua fala que é um tanto moderna também.


A Netflix vem investindo muito nos último anos em séries sobre magia, como Sabrina a por exemplo. Mas se a série vai fazer o mesmo sucesso já não sabemos, baseado no primeiro episódio esperamos que sim.

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